O que faz tudo acontecer?

introdução – dedicatória – tema – alerta – o autor
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Lição Principal

Bem vindo! Os que vão viver te saúdam

Deus salve os “Piratas”

O Eco

O que faz tudo acontecer?

Como estão seus determinantes mentais?

e outros artigos, memórias e poemas do autor.

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 -Lição principal:

A primeira e mais importante decisão na vida de toda e qualquer pessoa adulta é aquela que a leva a escolher se será ela mesma o seu próprio deus, para, adorando-se, fazer-se à imagem e semelhança do próprio gosto e paixões de sua formação e meio, ou a decisão que a leva a escolher se outras pessoas, seres ou coisas, reais ou imaginárias, terão valor de deuses em sua vida, para, adorando-as, assumir os atributos de imagem e semelhança delas, ou, ainda, a decisão que a leva a conhecer, escolher e adorar ao Deus único e verdadeiro, para tornar-se em imagem e semelhança dele. Nisto está o propósito e compromisso para ser ou não ser humanamente divino e, ao mesmo tempo, divinamente humano, no desempenho da arte e ciência para ficar bem de vida sem deixar de ficar de bem com a Vida e no cumprimento da Lei da sobrevivência e da Lei da extrinsecidade humana, que impulsionam a crescer, multiplicar-se, dominar sobre a natureza e a mente e a perenizar-se. Desta decisão depende a frutificação da espiritualidade e da religiosidade natas de cada indivíduo, que são essenciais ao sucesso e à felicidade no exercício das relações e comunicações intrapessoais, transpessoais e interpessoais. Na prática, é esta decisão que norteia a formação dos determinantes mentais (crenças, valores, princípios e paradigmas pessoais), o coração, o íntimo, o cerne da pessoa, que disparam as atitudes características da escolha entre a vida ou a morte, entre ter uma vida de vivedor ou ter uma vida de morredor, tema mestre destas lições.

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Bem vindo! 

Os que vão viver te saúdam!

 

33 pequenos parágrafos para começar a entender este trabalho e saber se é disso mesmo que você está precisando e quer:

 


Mundo mundo vasto mundo
se eu me chamasse Raimundo
seria uma rima, não seria uma solução.
Mundo mundo vasto mundo,
mais vasto é meu coração.”

                (Carlos Drummond de Andrade)

 

 

Como disse Fernando Pessoa, “tudo vale a pena se a alma não é pequena”. O vasto coração encontra na Vida a vastidão, a vida com abundância de vida nos pastos verdejantes e nas águas tranquilas.

Com fome e sem preguiça qualquer um aprende sozinho a pescar o seu peixe. Mas, transformar um peixe em um banquete éxige um pouco mais que apenas a necessidade e boa vontade: exige viver, amar e negociar com o engenho e a arte de semelhantes a Deus.

Se eu tivesse a mesma concepção que os religiosos equivocados têm de Deus seria mais inteligente ser ateu, para poder fazer-me, eu mesmo, o meu único deus, o meu principal amor e o meu mais importante negócio.

Porém, se eu tivesse a mesma concepção que os ateus têm de Deus, seria mais inteligente renunciar à vida.

Senão, que inteligência seria a minha se eu preferisse continuar num sistema de formigas, no qual eu teria mil vezes mais do que precisaria para sobreviver, mas continuaria morrendo? E no qual tudo que eu faço para conseguir um tempo de alívio e prazer custa-me dez tempos de dor e sofrimento?

Todavia, ninguém em bom juízo se faz homicida de si mesmo e pelo suicidio renuncia à vida voluntariamente, pois sabe, ainda que intuitivamente, que há uma Esperança e um Caminho.

A vocação sado-masoquista não pertence a quem tem projeto e compromisso para ser humanamente divino e, ao mesmo tempo, divinamente humano. Sem o conhecimento de um Deus real toda a lógica da vida se revela falsa e toda a ciência vista, por exemplo, nos biosistemas e na mecânica celeste, fica sem fundamento.

Logo, sem a perspectiva de vida eterna, a vida presente perde o sentido e a razão de ser, e a ética e a estética ficam ao arbítrio do vale tudo; do quem não bate apanha; do quem pode mais chora menos e do salve-se quem puder.

Einstein, estudando o universo e suas Leis, disse: “Não sou ateu, e não creio que possa me chamar panteísta. Estamos na situação de uma criancinha que entra em uma imensa biblioteca, repleta de livros em muitas línguas. A criança sabe que alguém deve ter escrito aqueles livros, mas não sabe como. Não compreende as línguas em que foram escritos. Tem uma pálida suspeita de que a disposição dos livros obedece a uma ordem misteriosa, mas não sabe qual ela é. Essa, ao que me parece, é a atitude até mesmo do mais inteligente dos seres humanos diante de Deus. Vemos o Universo, maravilhosamente disposto e obedecendo a certas leis, mas temos apenas uma pálida compreensão delas. Nossa mente limitada capta a força misteriosa que move as constelações.” (in revista Sexto Sentido, 52, pp 24-30).

Realmente, olhar sistemicamente o universo e seus biosistemas e dizer que é tudo obra do acaso é mais absurdo do que afirmar que o computador a nossa frente apareceu do nada, que não há a mão do homem e sua inteligência na gênese do computador.

Eu precisaria de muito menos inteligência lógica para afirmar que um satélite artificial, um carro ou um avião são obras do acaso, do que precisaria para afirmar a mesma coisa do complexo bioecológico da mais simples formiga deste planeta.

Nesses campos, as divergências não têm origem na ignorância de cada um, mas sim na maior ou menor gana que cada um tem em fazer valer a sua própria vontade e em satisfazer aos próprios desejos e interesses contra tudo e contra todos que visem ao interesse comum, da humanidade como um todo.

Por isso, respectivamente, ateus e religiosos hipócritas insistem em declarar esta Terra como terra de ninguém ou como propriedade exclusiva, para que possam consumir, violentar e destruir o que acham ser só deles, como bem entenderem, sem pagar o preço disso, na vã esperança da impunidade, sem querer perceber que abortam de imediato a si mesmos e destroem seus próprios descendentes.

Fazem-se como quem se agarra a um fio de prata que lentamente desce e se derrete sobre uma cratera de lava incandescente, mas não quer soltar-se desse fio quebradiço para agarrar-se (crer) no que pode puxá-lo para cima quando o fio arrebentar.

É fácil identificar quem escolheu a Vida, para que viva e vivam seus descendentes, como proposto no tema mestre desta coletânea de arrazoamentos: a principal atitude no dia-a-dia de quem escolhe a Vida é buscar o sustento da vida, o Dinheiro da Vida. Tanto o sustento material quanto o espiritual, já que ambos fazem a alma grande ou pequena, perante à própria individualidade, aos próximos e aos deuses ou ao Deus desse indivíduo, para que se possa cumprir as principais Leis da Vida, que são: crescer, multiplicar-se, ter domínio sobre todas as coisas criadas e perenizar-se.

Essas Leis me fazem criacionista e evolucionista ao mesmo tempo, sem que tropece nas aparentes contradições que visões distorcidas querem dar a esses conhecimentos.

Por exemplo, posso entender como e porque a matéria e a vida na terra, tal como medida pela nossa tecnologia científica, pode ter bilhões de anos e, ao mesmo tempo, entender como e porque a ciência e tecnologia divinas podem ter compactado toda a conclusão de tudo em um único dia. (e só o fez em sete dias por amor aos humanos, porque seria mais didático para nós e para nossa religiosidade no formatar nosso crescer, multiplicar, dominar e perenizar).

Por isso é impossível falar de Vida, Amor e Negócios sem falar de espiritualidade. Espiritualidade que não deve ser confundida com religiosidade, pois uma coisa é a essência e a inerência do ser e outra coisa é a forma de conhecer ou de ignorar, e de dar ou de negar, a eficiência e a eficácia ao conhecimento ou à ignorância.

Consequentemente, também com eficácia é impossível falar de espiritualidade sem falar de eternidade; nem falar de eternidade, com igual eficácia, sem considerar um Deus único, verdadeiro e eterno (caso contrário não seria Deus, seria, no máximo, um semideus); um Deus que seja fundamento, rumo e prumo, régua e compasso, luz e claridade, princípio, meio e fim, alfa e ômega, vida e verdade.

De outra forma a ciência confunde-se com a “chutência”, a criatividade é confundida com o “vale-tudo” e a cultura é tida como notícias, historinhas e canções para não deixar a boiada acordar, perder o medo e estourar.

Mas, diga-se de passagem, essa camuflagem é útil e compreensível quando o objetivo é manter suportável a humanos algum regime de escravidão disfarçada, enquanto toma forma a ocasião da liberdade.

Porém, é enojador e repudiável quando tenta vender ilusão como se fosse esperança, guerra como se fosse amor, sofrimento como se fosse paz, e mentira como se fosse verdade, para perenizar esses regimes e lucrar com eles.

É mais fácil (e de lucro imediato) escrever historinhas para manter cabeças animalizadas e formatar a transpessoalidade com determinantes mentais que mantenham a espiriualidade e os ânimos atrelados aos arreios, rodas e freios da tropa, dos cães e do gado.

Para isso, não faltam personagens como águias, leões, baleias, golfinhos, tubarões, carpas, asnos, porcos, ratos, patos, avestruzes, antas, zebras, burros, cavalos, serpentes, unicórnios, minotauros, lobisomens, vampiros, fadas, bruxas, magos, duendes, fantasmas, monstros, superheróis e até extraterrestres, para citar apenas algumas “criações” do imaginário do que é fácil, barato, rápido e não requer prática nem tampouco habilidade, que atrai e gruda pela ilusão do mundo das sombras, dos mistérios e das magias.

Os que querem e gostam de continuar sendo apenas criaturas, e não filhos, de Deus, têm seus próprios poetas e profetas especializados, que escrevem muito bem sobre esse mundo dos ratos, muitos ratos, e suas muitas “chutências” que tentam ensinar como se fossem verdadeiras ciências.

Estes elegem seu BBB: Baco, Baal e Belzebu, deuses das e às “moscas”: bebedeiras, besteiras e bactérias, barrigas, biceps e bundas, e vão ter com as formigas, e deixam a preguiça, mas, sem sabedoria, abraçam a herança delas, e produzem mais do que devem e consomem, e consomem mais do que podem e devem, e fazem-se quais herdeiros das amebas e dos macacos.

Escrevo para filhos de Deus e para quem quer ser filho de Deus. Falo de Vida e de gente: de amor que não se confunde com possessividade, carência ou dependência; de fé racional, que tem razão de ser, e que não se confunde com superstição; de esperança que não se confunde com ilusão, e falo da espiritualidade que une os Homens e não se confunde com a religiosidade destituida de coerência, que guerreia com a humanidade.

Viver não é ter dinheiro para qualquer vida: é ter vida para qualquer dinheiro. Quem pensa que qualidade de vida só se consegue com dinheiro, cuida das virtudes do crescer e multiplicar-se e descuida-se das virtudes do dominar sobre todas as coisas e perenizar-se.

Depois, vêm os dias dos quais dizem: não tenho neles contentamento. Então, agora sem saúde, sem beleza interior, sem alegria, sem Paz e sem amigos que não sejam por dinheiro, defronta-se com a autoestima desgraçada e o autorespeito falido de quem se percebe valer menos que o papel moeda sujo e roto que carrega nos bolsos e durar menos que o vil metal que entesoura;

Apercebe-se que todos querem beijar seus anéis, não seus dedos; acariciar seus sapatos caros, não seus pés cansados; aliviar suas jóias, não seu corpo oprimido, enfim, toma consciência da efemeridade de todo aqui e agora, crê na inutilidade da vida, entristece, adoece e morre, isolado numa gaiola de ouro, enterrado num túmulo de mármore carrara, onde escarrara antes um coveiro bêbado indiferente.

Nosso tema mestre reside nesta milenar proposta e promessa:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência.”  (Deut.30:19).
 
 Benvindos às Lições da Vida, do Amor e dos Negócios. Benvindos os vivedores. Os que vão viver vos saúdam.

 Boa leitura!

Jair Tenório Jatobá 

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Deus salve os “Piratas”

Se não fosse por esses verdadeiros “contrabandistas de Deus”, ainda hoje a ciência e a tecnologia estariam reféns das torres das bibliotecas e até mesmo o Evangelho de Cristo, e os de todos os outros anunciadores de liberdade e vida para a humanidade, estariam enclausurados nos palácios, templos, mosteiros, conventos e universidades; e os ricos e poderosos dormiriam eternamente no berço esplêndido dos bens e meios que perenizam sua vaidade e estatura; e os pobres, sem meios de acordá-los e fazê-los correr atrás do prejuízo e socializarem os produtos do conhecimento avançado, estariam ainda sem poder para usufruir individualmente dos livros, do rádio, telefone, transporte, medicina moderna, TV, internet e tantas outras coisas, a não ser aquelas coisas que os “benfeitores” colocariam em alguma praça com seus nomes, para uso coletivo da pobreza ou dos novos escravos.    

O Direito ao conhecimento é um direito inalienável da humanidade como um todo, não apenas um direito da humanidade abastada. Portanto o direito autoral não é um direito, é um pseudo-direito. Seria direito que alguém cobrasse pelo ar que expira ou pela água que urina? Da mesma forma as idéias são a transpiração do produto dos milênios de história do pensamento e do conhecimento humano. Tanto assim que a mesma idéia ou idéias semelhantes ocorrem quase que sincronicamente em indivíduos diferentes e em lugares diferentes, sem um saber do outro, sem nada em comum a não ser o contato com o pensamento e o conhecimento da história da humanidade que inspirou a idéia.

Aprisionar as idéias a contextos puramente legislativos ou legais, desprezando o direito natural da humanidade, é tão contraproducente quanto seria qualquer restrição de propriedade ao ar que respiramos ou à água que bebemos. As leis que devem servir à proteção dos mananciais de água, de oxigênio e de conhecimentos, para que não sejam poluídos, desperdiçados ou malversados, não devem nem podem servir para a perpetuação de sistemas escravagistas nem como instrumento da exploração do homem pelo homem e, menos ainda, da exploração dos governantes sobre os governados. 

A pessoa que tem uma idéia deve ganhar dinheiro com o produto de sua idéia e não com o aprisionamento dela, de forma que a idéia esteja livre para circular e, onde quer que ela chegue ou seja necessária, possa produzir vida acima da mediocridade dos déspotas de todas as áreas.

Se alguém tiver a idéia de uma nova bibicleta ou uma nova penicilina, que ganhe dinheiro associando-se e fabricando sua bicicleta ou sua penicilina, e não com a ridícula proibição de que pessoas utilizem o conhecimento para salvarem a própria qualidade de vida ou a própria vida.

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 O que é que faz tudo acontecer?

 

“Que fazes tu sobre a Terra?
E o eco responde: erra!” (Castro Alves)

Castro Alves e Gióia Junior foram duas das minhas principais leituras na adolescência. Funcionaram como o fiel da balança para as influências que herdei de Árabes, Judeus e Ocidentais, diante da Escritura silenciosa e Poesia contundente de uma Mãe Africana que, vendo minha mãe com os peitos secos, cedia o leite dos próprios filhos e peitos, para que eu me alimentasse.

 

Desde isto e aquilo, mais o gosto pelos livros, herança da pequena biblioteca de Clássicos dos meus Avós maternos, Manoel Pereira Jatobá Filho e Firmina Tenório Vila Nova Jatobá, associado ao gosto pelas artes manuais, música e teatro, herança dos meus Pais, Arlindo Vieira Jatobá e Maria de Lourdes Tenório Jatobá, o que sempre atraiu e norteou a minha mentalidade foi querer saber o que faz com que a vida aconteça, o que faz tudo acontecer, à semelhança deste poema de Gioia Junior, entitulado…
 
 “O Eco”:
 
“O que posso fazer se, a vida, a glória fez-ma
rotineira, a ilusão não muda, é sempre a mesma?
Que fazer se o prazer é sempre essa utopia
de um minuto feliz?! A maior alegria
é ligeira e fugaz como uma gargalhada,
… inunda a sala e cessa e volta para o nada? …
Que fazer para ter alguma recompensa?
Mecânico e fatal o eco responde: pensa …
 
Pensar? Como pensar? Perder a mocidade
no egoísmo sem razão dessa inutilidade…
Pensar apenas? Não, teria acaso um fim,
pensar, pensar, pensar… de mim e para mim?
Esgotar a existência em um plano ilusório,
sozinho usufruir da paz de um escritório?
Quero menosprezar a vida dissoluta…
Mecânico e fatal o eco responde: luta…
 
Lutar… Por que lutar? … Ver bandeiras ao vento,
tambores e clarins, galões e fardamentos,
ver o sangue a jorrar em vis revoluções,
ver Césares, Pompeus, Felipes, Napoleões? …
Lutar… por que lutar, se essa glória que embriaga
tem o brilho na aurora e no poente se apaga? …
Quero muito mais,quero a brasa que inflama!
M
ecânico e fatal o eco responde: ama
 
 Amar… amei a vida e a vida é tão ingrata…
“Traz o pó que alimenta e o micróbio que mata”…
Não, de modo nenhum, permaneço na teima…
“a fogueira que acende é a mesma que nos queima”.
Amar… de que nos vale amar se o amor é vário,
se ao beijo tem sequência as dores do Calvário?
Quero fugir do mundo e procurar a calma…
Mecânico e fatal o eco responde: Alma…
 
 Alma… quando escutei essa palavra, quando
meditei, vi que havia uma força operando
além da compreensão… vi que o meu ódio acerbo
era a minha impotência ante o mando do Verbo.
Quando, porém, notei que a paz aurifulgente
está em nós firmada… algo puro, inerente
ao nosso próprio ser… chama viva e sagrada
que opera no interior sem depender de nada;
 
 Alma… quando notei que em meu corpo carnal
morava um universo, uma essência imortal;
entreguei-me a Jesus e, firmado em seu nome,
na vivificação matei a minha fome…
Pensei… soube pensar em seu reino… lutei
sem medo de derrota ao lado do meu Rei…
Amei os meus irmãos. E agora em mim revive
a encantadora voz do eco bradando: VIVE!”
 

Então, o que faz tudo acontecer?

Não é o conhecimento: tem diplomados demais bêbados;
Não é a sabedoria: tem “sábios” demais se suicidando;
Não é a ação: tem ativos demais drogados e pobres;
Não é o meio: tem religiosos demais ladrões de dízimos;
Não é o poder: tem políticos demais corruptos;
Não é a riqueza: tem milionários demais doentes;

Então, o que faz tudo acontecer?

A caminho da humana perfeição
Na Terra: ERRA … ERra … erra …
Cada vez menos, cada vez menos,
Isso te levará a viveres plenos
Se cada errar for menos de coração
                                                (JTJatobá)

“De todas as coisas que deves guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida” (Jesus)

O que uma pessoa tem no coração será para ela o princípio de todas as coisas de sua vida: os seus determinantes mentais, a sua mentalidade, enfim, o seu Deus ou deuses
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ESTE BLOG
Este blog compila e atualiza Lições da Vida, do Amor e dos Negócios, com base no e-livro de mesmo nome, e está sendo editado também com a colaboração e observações dos leitores. Portanto, fique à vontade para participar. O objetivo é a plenitude de vida e o enriquecimento pessoal, social e empresarial, em todos os sentidos de riqueza não fraudulenta (se é que se pode chamar de riqueza alguma riqueza fraudulenta), e, principalmente, privilegiando as verdadeiras ciências e fugindo das “chutências”.
As mensagens são numeradas apenas para remissividade e podem ser lidas independetemente da ordem em que aparecem.
Boa leitura! 
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ALERTA:
Algumas Lições podem começar com afirmações provocantes e, por vezes, até contrárias ao conhecimento comum. Ao leitor não acostumado a textos dialéticos alertamos que é preciso não parar de ler na primeira frase, mas continuar até ao fim do parágrafo, para evitar conclusões apressadas e erradas. Esforcei-me por redigir Lições em parágrafos curtos, na média de três ou quatro linhas de ofício cada, com textos diáfanos, para possibilitar uma leitura fácil e rápida, porém com conteúdo substancial que permita não ficar apenas na cultura de verniz nem só na de axiomas e provérbios, mas que provoque à reflexão e novas luzes. O oposto do amor não é a raiva, é a indiferença. Leia com amor ou, pelo menos, com raiva; leia com compromisso ou, no mínimo, com propósito, mas, por favor, não leia com indiferença: não será bom para você nem para o nosso trabalho.
 LEIA ABAIXO: COMO ESTÃO SEUS DETERMINANTES MENTAIS?
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INTRODUÇÃO:
Nada de novo debaixo do Sol: apenas eternas e funcionais verdades, vivenciadas em lugares, línguas, tempos e modos diferentes, e repetidas de outras Montanhas.
Águas remexidas buscando curar; Canas do Deserto agitadas pelo Vento, mostrando o Caminho aos que querem caminhar, e as Fontes de Aguas Vivas, para os cansados e oprimidos que querem escapar.
De resto: um acréscimo a todos os esforços dos que ao sairem deste mundo querem deixá-lo melhor do que o acharam quando entraram nele, a humanidade mais unida e as Placas do Caminho limpas, renovadas e mais visíveis, não só para facilitar a saída do Labirinto e vencer o Minotauro, mas, também, para assegurar, aos que estão chegando ao Labirinto, que tenham como não se perder e como encontrar mais facilmente a Sabedoria.
Também, para que tenham suprimentos iniciais de ouro, incenso e mirra, arrazoamentos, mapas, sinalizadores, rastreadores, lanternas, roupas, tendas, alimentos, munições, espadas, remédios, vacinas, repelentes, alertas, avisos, reforços, profecias, água, azeite e vinho, muito vinho: vinho novo para barris novos e vinho forte para os amargurados de coração.
Tudo, porém, fugindo do blá-blá-blá e das “chutências” que querem se passar por verdadeiras ciências, e, principalmente, fugindo de tudo que na prática a teoria é outra: a Verdade que liberta é a Verdade eficaz, que funciona na prática e, por isso, é eterna, domina as ondas e os ventos, a moda e os costumes, as aves do céu e os animais da terra, a ética e a estética, e nada a domina.
DEDICATÓRIA:
Aos meus filhos, irmãos e amigos, gerados da carne ou gerados do espírito, para que errem menos onde eu errei mais e acertem mais onde eu acertei menos; para que encontrem o Caminho dos Pacificadores, que recebem o poder ser chamados Filhos de Deus e sejam eternos, e se firmem, cada vez mais, como seres ao mesmo tempo humanamente divinos e divinamente humanos.
Esta é a razão da minha vida e da minha alma. Por causa dela eu perdi amores, amizades, parentes, posições de poder e fortunas, mas ganhei seus equivalentes verdadeiros e eternos.
O autor:
 Jair Tenório Jatobá é Linguista pela Universidade de São Paulo e Executivo Editorial. Foi Secretário Executivo por 12 anos na revista Universidade e Sociedade, da Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior. Por 28 anos exerceu cargos administrativos e executivos em três grandes corporações do sistema financeiro, industrial e comercial. É Bacharel com dupla habilitação pela Universidade de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, pelos departamentos de Letras Clássicas e Vernáculas e pelo Departamento de Lingüística, onde realizou também cursos de Língua e Cultura Hebraica, pelo Departamento de Línguas Orientais. Fez estudos introdutórios e complementares de Psicologia, Economia, Sociologia, Fisiologia e Genética Humanas, na FMU-SP e cursou música e extensão em Teologia, pela Convenção Batista Brasileira. Na juventude foi um dos fundadores e presidente eleito por dois mandatos da, na época, Associação de Jovens Batistas da região Oeste da Convenção Batista da Capital de São Paulo.___________________ 
TEMA MESTRE:
“Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência”. (Deut.30:19)
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Como estão seus determinantes mentais?
 
Como você vê e entende a Vida? O que é a Vida? O que é viver? De onde viemos? Onde estamos? Para onde vamos? Quem são nossos irmãos? Quem são nossos próximos? Quem é nosso companheiro(a), ajudador(a), cônjuge? Quais os fundamentos para a escolha acertada de nossa Fonte de Vida e Luz, de nosso meio de sustento (carreira-trabalho-negócio) e de nosso esposo ou esposa? Porque estas são as três únicas escolhas fundamentais da Vida? O que é livre arbítrio? Somos realmente livres? Existirão duas humanidades? Porque acontecem coisas ruins a pessoas boas e coisas boas a pessoas ruins? O que é ser rico e ter riquezas? Como ter boa saúde sempre? Como ter vida eterna?

Estas e muitas outras perguntas buscam e encontram nas máximas, ditados e provérbios as portas e as chaves para respostas adequadas à linguagem e anseios de cada um de nós. Mas essa linguagem e esses anseios são frutos dos determinantes mentais formados pelas crenças, valores e paradigmas sedimentados em cada mente, da mesma forma que nossos olhos vêem a largura, altura e produndidade, cores, brilhos e sombras de um quadro, fotografia ou paisagem, em função da Miopia, do astigmatismo ou da Hipermetropia de cada um e das lentes corretivas que cada um usar.

A Verdade é absoluta, senão seria mentira. Estamos a caminho do sucesso e da felicidade quando colocarmos no prato da Vida e Luz, na balança de nossas vidas, o tanto mais pesos da Verdade e da Luz, e no prato da Mentira colocarmos o quanto menos pesos da mentira. O Fiel da balança brilha mais ou se apaga mais relativamente aos pesos nesses pratos. Nisso está a relatividade, não da verdade, mas da vida de cada um na Verdade e na Vida. Por isso, errar… errar… errar, cada vez menos, cada vez menos, cada vez menos, é o caminho da perfeição de toda pessoa que se quer divinamente humana e, ao mesmo tempo, humanamente divina.

Vida não é apenas existência. Viver não é apenas existir. Os mortos também existem, mas só lhes restam o gradual apagamento da chama, depois o esfriar da brasa, depois o carvão e a volta ao pó atômico de onde veio, nos recônditos abismais das densas trevas do universo. O denso e ardente Buraco Negro, que as religiões chamam de inferno? A Física e a Matemática sabem. As Ciências exatas confirmam o que as Ciências humanas e biológicas profetizam.

Não confunda a Vida com a existência: os mortos também existem, mas, desfeitas as ligações do pó atômico do qual vieram, desligam-se gradativamente do transformador de energia (o corpo), até que o “software” (espírito) volte ao Licenciador, e o “hardware” (alma), espaço, lugar e tempo, sejam entregues a novos candidatos a compartilhar na Rede da Vida.

Daí a importância e urgência da escolha entre a Vida ou a continuidade na Morte, pois um único Caminho nos é dado para que o pó não tenha o destino vaticinado, mas seja reconduzido a um corpo novo, não mais sujeito aos limites atuais de tempo, espaço e matéria, ao que chamamos de Vida com Abundância, Vida com plenitude, Vida de eterna saúde, riqueza e alegria, o que na linguagem das religiões se chama de Salvação: justificação, remissão, separação, ressurreição e glorificação.

A Vida é um Fogo Abrasador que só se une ao Amor e geram o Fulgor. Esse Fulgor, na terra, se chama humanidade e é alimentado e alimentador dos seus patriarcas e descendentes, e voa com seis asas, as chamas chamadas da Negociação: relacionamentos e comunicações interpessoais, intrapessoais e transpessoais.

É destes Conhecimentos e Sabedoria, Mistérios, Astros e seus Satélites, magia, astrologia e numerologia, que se compõe esta coletânea, valorizando o que é Ciência e evitando o que é “blá-blá-blá ou “chutência”.

Viver não é ter dinheiro para qualquer vida, é ter vida para qualquer dinheiro e, com fome e sem preguiça, qualquer um pode aprender sozinho a pescar o seu peixe. Mas aprender a brunir Espadas requer treinadores e treinados que tenham as cicatrizes do seu Mestre de Espadas.

Quem está interessado no banquete completo da Vida não fica só nos coquetéis e petiscos das entradas, como estes aqui, para elevar os ânimos, mas usa-os para preparar-se e vestir-se de roupagem e companhias para os pratos principais, e digna-se às gostosas sobremesas.

Os céticos, mas despertos, sempre me ensinam alguma coisa, mas dos empedernidos ou adormecidos nada se pode esperar. Dos raivosos sempre posso esperar alguma reação, algum respeito, talvez até amor, mas dos indiferentes o que se pode esperar? O oposto do amor não é a raiva, é a indiferença. Leia com amor ou, pelo menos, com raiva, com compromisso ou, no mínimo, com propósito, mas, por favor, não leia com indiferença: não será bom para você nem para o nosso trabalho. 

O espírito indiferente é frágil, semelhante à rã, que pula sempre atrás do que lhe pareça uma refeição fácil, mas diminui o ímpeto a cada pulo, até que para de pular e se põe a esperar que alguma coisa sobrevoe novamente sua cabeça, e ela volta a pular, em qualquer direção, para qualquer outro objetivo, outra vez inconstante, outra vez sem persistência.

Não estamos aqui para correr atrás de ilusões como o elixir da eterna beleza e juventude, a pedra filosofal que tudo faz virar ouro, Shangrilá, Aldilá, Atlântida ou o segredo dos ETs, nem de portas mágicas, chaves milagrosas, passos infalíveis, segredos, códigos secretos e outras varinhas mágicas que povoam livrarias, novelas, filmes, cursos e até sermões “religiosos”, mas sim para relembrar o saber pragmático, ciências e não “chutências”, retórica e não blá-blá-blá, dialética e não dogmas, sabedoria que funciona, que não é só verniz cultural, que na prática a teoria não é outra.

Não estamos aqui para oferecer conhecimentos técnicos ou gerenciais costumeiros, pois estes devem ser conseguidos nos bons livros e boas faculdades, mas sim oferecer conhecimentos e contribuir com entendimentos que ajudem a desfazer as perversões e até inversões de princípios, valores, crenças, doutrinas e paradigmas, responsáveis pela formação dos determinantes mentais da pessoa, com os quais ela vê, entende e reage ao mundo a sua volta, aos seus semelhantes e a si mesmo, para criar suas próprias diretrizes e tomar atitudes que o levem ao enriquecimento pessoal, em todos os sentidos da palavra riqueza, e ao sucesso e felicidade dos seus propósitos e compromissos com a Vida, o Amor e os Negócios, para que escapem das pobrezas e dores causadas a quem e por quem confunde os entendimento.

Por isso se diz: “ Aprendei de tudo, retende o bem”, “separe o precioso do vil” e “se o teu olho for bom todo o teu corpo será bom”. Isso é tão importante que vamos adiantar aqui as principais confusões de conceitos e valores que as pessoas fazem atualmente, dentre outras tantas inseridas nas páginas de Lições: 

1-     Não confunda o amor com a dependência, carência ou fixação.

2-     Não confunda o perdão com a conivência.

3-     Não confunda a fé com a superstição.

4-     Não confunda a ilusão com a esperança.

5-     Não confunda a justiça com a vingança.

6-     Não confunda o castigo com a punição ou consequência dos erros.

7-     Não confunda a religiosidade com a Espiritualidade.

8-     Não confunda o conhecimento e a informação com a sabedoria e a cultura.

9-     Não confunda a Graça com o merecimento.

10- Não confunda a discriminação com a seletividade

11- Não confunda a liberdade com a licenciosidade.

12- Não confunda a pressa com a impaciência.

13- Não confunda o propósito com o sonho.

14- Não confunda o respeito com a submissão.

15- Não confunda a humildade com a pobreza. Há mais pobres orgulhosos do que ricos humildes.

16- Não confunda a simplicidade com a simploriedade. Há mais ricos com simploriedade do que pobres com simplicidade.

17- Não confunda a oração com a meditação nem com a introspecção. A oração provê a virtude da fé (fidelidade) ao poder fazer e ao dever fazer; a meditação refina recria e firma conhecimentos e a introspecção provê autoconhecimento e cura. Uma é para as relações e comunicações transpessoais, outra é para as relações e comunicações interpessoais e a última é para as relações e comunicações intrapessoais, mas podem agir em união ou pares. A falta de resultados em alguma dessas atividades é porque a pessoa pensa estar fazendo uma delas, quando na verdade está fazendo outra: como quem quer conhecer o polo ártico e embarca em navios que só passam pelas praias tropicais, ou quer ir a uma festa de gala, mas vai procurar roupas numa loja só de roupas esportivas. No caso da oração ao Deus verdadeiro, ele entende todas as linguagens e julga corações, não cérebros ou rituais, mas a pessoa fica fragilizada na doutrina.

18- Não confunda o trabalho com a atividade.

19- Não confunda a adoração com a devoção.

20- Não confunda esforço com sofrimento.

21- Não confunda desafio e impedimento.

22- Não confunda auto-estima com a arrogância.

23- Não confunda negociar com competir ou comprar e vender.

24- Não confunda a competitividade com a agressividade.

25- Não confunda a comunicação espiritual com a comunicação com os mortos;

26- Não confunda a intuição com a imaginação ou suposição ou suspeita,

27- Não confunda ser bom com ser pródigo;

28- Não confunda a persistência com a teimosia;

29- Não confunda ser ousado com ser inconveniente.

30- Não confunda ser empreendedor com ser aventureiro.

31- Não confunda o Espírito com a Alma.

32- Não confunda o ser com o estar ou ter.

33- Não confunda a prudência com o medo ou covardia.

34- Não confunda ser previdente com ser preocupado e ansioso.

35- Não confunda o ócio ou inércia com a inatividade.

36- Não confunda a interação com a intromissão,

37- Não confunda a reunião com a união

38- Não confunda o ciúme com a possessividade ou suspeita.

39- Não confunda o ceticismo com o deboche.

40- Não confunda fazer o bem com o amar;

41- Não confunda o ser rico com o ter riquezas;

42- Não confunda os seus próximos ou semelhantes com todo mundo;

43- Não confunda a indisposição com a preguiça;

44- Não confunda a tolerância com a misericórdia.

45- Não confunda a esperteza com a fraudulência ou vigarice;

46- Não confunda a capacitação com a diplomação;

47- Não confunda a Sabedoria com o proverbialismo,

48- Não confunda a eloquência com a lábia,

49- Não confunda a ciência com a suposição, hipótese ou teoria.

50- Não confunda a verdade com o costume ou a moda.

Estas são, entre outras, as principais cofusões de entendimentos que geram letargia mental, estresse e depressão pela dificuldades na tomada de decisões e pela adoção de atitudes e atividades de pouco ou nenhum sucesso, deixando a pessoa com aquela sensação de que tudo dá errado em sua vida. O ideal é fazer regularmente uma análise dos determinantes mentais, com um especialista em Teomatriciologia e Semantologia. (veja em links)

Nestas sabedorias todos nós temos o direito de errar, errar e errar, porém, cada vez menos, cada vez menos, cada vez menos, pois este é o caminho da perfeição e da sabedoria humana, do sucesso e da felicidade humanamente possíveis.

E começamos com esta sabedoria: se você dedica mais de um sexto do dia a este ou a qualquer outro estudo, você está deixando a vida passar, e se depois de uma hora estudando qualquer “música” você não conseguir pelo menos uma hora e um minuto de cantoria e dança com essa “música”, você não está tendo lucro algum, está dando pérolas a porcos e seu tempo, saúde e dinheiro a vigaristas e ladrões, diminuindo suas riquezas, sua alma e sua alegria de viver e ficando cada vez mais fraco para tristezas, doenças e mortes, ou seja, você, pensando escolher a vida escolheu a morte e confundiu ser um morredor com ser um vivedor.

Livre-se já, de tudo e de todos que impedem que você seja um vivedor.

Fique de bem com a Vida.

Jair Tenório Jatobá

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Intenso Amor Renovado Amor

Deus é poeta, profeta
Bailarino, músico e cantor
Arquiteto, engenheiro
Médico, em tudo doutor:
Ele tem seu grande amor.

Eu te procuro, amiga minha
Esposa, amante, minha irmã
Aconchega-te a mim antes que a morte
Me alcance e me tire o mote
De ver Deus no meu afã
 
Jair T.Jatobá

 

2 respostas

18 03 2009
Rodrigo

Seu blog é fantástico! belos textos! Obrigado pelas palavras! abraço

14 04 2009
ANDRÉA

Olá J air, vc me enviou e-mail pedindo minha autorização para colocar em seu novo site meus comentários sobre a descoberta do Dr. Tullio Simoncini sobre o cancer ser um ataque fúngico, pelo meu histórico de vida sempre tive problemas com eles (fungos) e recentemente desenvolvi um tumor de mama mas como só obtive estas informações posteriores ao meu tratamento me submetí a mastectomia, quimioterapias e radioterapias, teria agora que tomar um remédio que tem a função de acabar com meus hormonios e sabe Deus as sequelas, pelo menos isto poderei intervir e me negarei pois como toda a teoria do tratamento do cancer se baseia no tumor (provavelmente nosso mecanismo de defesa) não vou me submeter a mais uma agressão, estou estudando sobre fungos e mudando radicalmente minha alimentação e adquirindo hábitos mais sudáveis(caminhada, hidroterapia, tratamento ortomolecular..) Este é meu posicionamento diante do que já observei e me pareceu lógico, de bom senso e por esta razão pode tornar público meus comentários.
Obrigada, Andréa.

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