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Artigos e Poemas do autor, contextualizados às Lições da Vida, do Amor e dos Negócios, e material enviado por colaboradores ou colhidos na internet e que valem cada segundo do tempo que dedicarmos a conhecê-los.
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A seguir, as 10 mais preferidas postagens desta categoria, escolhidas pelo autor e pelos leitores. (P
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A caminho do Caminho
Caminhante!

Disseram-te que não há Caminhos?
Que eles se fazem ao Caminhar?
Quem te disse, no alto fez de Luz seus ninhos?
Ou por túmulos, nos baixos, costumava andar?
De Morredor ou de Vivedor era seu lidar?
Isso te trouxe angustias ou te trouxe Paz?
Te fez belo e bom? ou fez soltar Barrabás?

O que diriam ao cansado e oprimido?
Ao que já não quer ser consolado,
Ao que já não pode caminhar?
Aumentará o peso do cajado?
Irá de colo a ovelha machucada?
Ou com chicote a fariam caminhar?
E aos mortos, quê se dirá?

Ouve agora! Um Caminho há.
Pastos Verdejantes e Águas Tranquilas
Que só os do Caminho podem apreciar
E todo Vivedor, até mesmo os loucos,
Por Ele andando não têm como errar.
Pois da Vida o vencedor é quem nele chegar
Se primeiro, se último, até mesmo sem pontuar.

Sobe à Montanha e no teu Gólgota medita
Até todo teu coração odiar a lama
E ao ouvir a voz de amor que te procura e chama
Clama: qual o teu nome, ó voz bendita
Para acender em mim da Vida a chama
Para cessar em mim todo esse clamor?
E o eco te responderá: Amor…Amor…Amor…
 
 
 
 
 
 

 

(Jair Tenório Jatobá)

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“Caiu! Caiu! A grande Babilônia!” 
(a propósito do artigo publicado na revista Carta Capital, com o título “Depois de Berlim, Nova York”)

 

Caiu o muro do socialismo quando caiu o muro de Berlim anos atrás? Caiu o muro do capitalismo quando caiu wall street dias atrás? Os muros, sim; mas, descem e sobem as cortinas, os atores e a peça continuam os mesmos, mais nús, é verdade, menos convincentes, é certo, até que caia o pano definitivamente.

 

Condenar os “gurús” da economia e da administração ou os jornalistas que se afoitam a falar e escrever, opinando nas TVs, jornais e revistas, sem uma visão sistêmica dos acontecimentos, não só do que os causou, mas, também, do que se pretende que eles causem, seria como trocar o autor e não os atores da peça: por mais que algum Shakespeare reescreva a peça e molde-a aos atores, a platéia continuará tingindo os cabelos como os atores.

 

Caiu wall street. “Caiu, caiu, a grande Babilônia”? Ainda não. Mas que está tudo peneirando, ah! Lá isso tá! Tudo e todos. Eu mesmo não estou mais me aguentando nas pernas, de tanta “hemorragia das bestialidades”, como disse outro comentarista da matéria “Depois de Berlim, Nova York”, no site da revista Carta Capital.

 

O cientista trilógico Norberto Kepp, décadas atrás, escreveu um livro com o título “O fim do império americano”. Sua ousadia profética valeu-lhe o confisco dos seus bens e sua expulsão dos Estados Unidos. Foi socorrido por amigos na Suiça e retornou para o Brasil, sua terra natal. Antes dele, outros profetizaram o fim da URSS e, semelhantemente, tiveram semelhante tratamento. Cópias de Cristo quando profetizou o fim do império sacerdotal humano dos judeus e do império romano?

 

No Brasil, Kepp passa quase desapercebido, pois, aqui, os “caras-pálidas” das “iluminuras”, lembrando outro comentarista no site da revista Carta Capital, os formadores de opinião, não todos, preferem dormir “eternamente em berço explêndido”, ainda que raspem a cabeça por causa de outros piolhos, e não por acharem que é moda na Europa, como pensou a “elite” da colônia brasileira ao verem a corte portuguesa aportar no Brasil com os cabelos raspados, por causa da epidemia de piolhos que ocorrera nos navios que os trouxeram para cá, fugindo ao cerco de Napoleão. Novos piolhos! E que piolhos! Como diria Jânio de Freitas: ô elitizinha.

 

Que ninguém se engane: capitalismo e socialismo são faces da mesma moeda e braços da mesma balança. Um sem o outro perdem sua razão de ser e sua instrumentalidade. Um não subsiste sem o outro. Não há nada tão socialista quanto a ideologia da responsabilidade social nas empresas capitalistas, não só das socialistas  (para não falar dos carnavais e natais capitalistas) e não há nada tão capitalista quanto a ideologia bélica e universitária dos socialistas, não só dos capitalistas (para não falar dos carnavais e natais socialistas).

 

Tio Sam, enquanto governo sistêmico, não enquanto povo, é apenas um braço ou, no máximo, uma das cabeças da Grande Prostituta, do Dragão, da Besta ou do Falso Profeta, como queiram chamar os que preferem a linguagem apocalíptica dos Sete Selos, Sete Trombetas, Sete Cálices e Sete Ais. Ainda vem a ruína de mais muros.

 

Todos os muros que fazem separação entre homens e homens estão ruindo um a um. Logo o último muro cairá e a humanidade não terá outra opção que não seja a de viver em união e de, finalmente, amarem uns aos outros. Só espero que ao cair o último muro e entrar por fim na Cidade da Paz e do Descanso, “Jericó” não esteja deserta, e não haja a quem abraçar, com quem brincar, com quem rir, com quem crescer, com quem ficar rico, com quem compartilhar as riquezas, e ninguém para amar.

(Jair Jatobá – 23/out/2008)

 

 

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ELE CREU QUE TUDO ERA POSSÍVEL
 
O ato de crer é uma combinação ideal de amor e fé (fidelidade) de quem faz a opção pela vida e decide ter atitudes de vivedor e não de morredor. O Governador Mario Covas deu um grande exemplo disto quando lutava contra um câncer. Seus médicos insistiam para que ele diminuisse o trabalho no seu cargo e repousasse, ele respondeu: “Amigos! Eu sou um vivedor, não um morredor”. Ele continuou trabalhando até seu falecimento.
 
Tony Melendez nasceu sem braços, mas casou-se, teve filhos, aprendeu a dirigir seu carro e tocou seu violão para milhares de pessoas. O homem foi aplaudido de pé pelo que fez com os pés? Não. Foi pelo que fez com o coração. O vídeo está em www.youtube.com/watch?v=GF9wo9sVn2c)
 
Como tantos outros casos que conhecemos, ele foi grato á vida. Em lugar de amaldiçoar suas condições, ele creu que tudo era possível, que era possível mudar suas condições de vida.
 
Crer ou não na vida ou em Deus não é necessariamente garantia de termos vida ou termos Deus, mas é garantia de termos esta ou aquela vida e de termos um Deus ou outro deus ou deuses. Como disse Washington Olivetto: “é melhor que seja o verdadeiro”. Isto, em razão da certeza de que ninguém é uma ilha e de que estamos todos num mesmo Titanic ou andando numa fina camada de gelo sobre um oceano abismal, cujo dono é um Fogo Abrasador à procura de amigos, a saber, todo aquele que, por amor, não faz de si mesmo o seu próprio deus, o seu único afeto e o seu principal negócio.
 
Na verdade, o amor é a única virtude capaz de vencer até mesmo a morte. Semelhantemente, a fé é a única virtude capaz de remover montanhas e trazer a vida de volta. Então, seria insensatez não nos ocuparmos primeira e principalmente da ciência e tecnologia destas coisas.
 
Crer é por mãos à obra, é não adiar mais os sonhos, é dar o primeiro passo de quantos forem necessários para completar o caminho em direção ao objetivo final.
 
Crer é agir com visão, foco, valor e honra, é manter atitudes pertinentes e coerentes aos propósitos, sem desistir nunca, sem mudar de atitude, sem olhar para trás, ou seja, sem leviandade, sem inconstância, sem desvalorização e com fidelidade, que são os componentes do verdadeiro amor e da verdadeira fé.
 
O amor é responsável por manter o coração valente: vence o medo, não usa de atos covardes e nunca está realmente sozinho. A fé responde pela esperança e alegria, bases da saúde, força, vigor e do não estar sozinho. 
 
Ser infiel e inconstante aos próprios propósitos e compromissos é ser ladrão do seu próprio tempo e recursos, é ser trapaceiro de si mesmo e perder as melhores oportunidades de enriquecimento, em todos os sentidos da palavra riqueza.
 
Crer não é um comover que gera um mover, antes, é um mover que gera um comover, não é uma crença de segurança que leva a agarrar-se no que é seguro, mas sim um ligar-se ao que é seguro e que gera o acreditar-se em segurança.
 
Semelhantemente, amar não é uma paixão que gera uma atitude e sim uma atitude que gera uma paixão, e fé não é um esperar que leva a um realizar, mas, sim, um realizar que confirma um esperar, isto é, fé não é um mentalizar com fidelidade que gera uma certeza do realizar, mas sim um realizar com fidelidade que gera uma certeza do pensar.
 
Já que fidelidade e certeza são coisas que implicam em racionalidade conclui-se que a fé verdadeira só pode existir com base em uma razão verdadeira, pois fé sem razão não é fé, é superstição, uma trabalha com a esperança, a outra, com a ilusão, uma leva ao sucesso, a outra, à desiulusão.
 
A confusão no entendimento do que seja o amor e a fé dão início ao desentendimento e até à inversão de muitos outros valores, crenças e paradigmas que formam os determinantes mentais da pessoa, levando-a a agir e reagir de forma errada pensando ser a atitude certa. Assim, come-se gato por lebre e compra-se catraca de canhão no lugar de conhaque de alcatrão.
 
Confundir crenças, valores ou paradigmas, entre, por exemplo, amor e dependência, fé e superstição, perdão e conivência, justiça e vingança, castigo e violência, humildade e simploriedade, entre outros, é como trocar de lugar as letras do teclado do computador ou dirigir um carro sentando-se de costas para a direção e confundir os determinantes mentais que regem os sentidos e ações de escrever e dirigir.
 
Disse Jesus: “Se creres, tudo é possível ao que crê (…) Se fiveres fé semelhante a um pequeno grão de mostarda, moverás montanhas (…) Peça e receberá, busque e achará, bata e a porta se abrirá para você. Você não recebe porque não pede. Pede e não recebe porque pede para satisfazer desejos que controlam você e não para atender desejos que são dominados por você”
 
O que domina não muda de idéia, pois sabe o que está dominando, mas quem é dominado, se receber o que deseja dominar, muda de idéia e vai desejar outra coisa que o domine, pois não tem, nem quer, propósito nem compromisso para dominar nada. Por isso, o inconstante nada recebe de Deus e, se recebe dos homens, nada progride em suas mãos e termina perdendo tudo.
 
Deus já sabe o que você precisa, mesmo antes que você peça. Deus espera que você peça, para que você também saiba que precisa e dê valor, e guarde bem, e use bem, quando receber.
 
Você deve ser fiel em relação ao que está pedindo, para que não aconteça que, recebendo sem pedir ou sem fidelidade, não cuide ou não seja responsável por essa dádiva e, dessa forma, facilmente a troque por outra, a perca ou deixe que a tirem de você, ou passe a quem não pediu, ou não faça uso dela e a deixe mofar e enferrujar, ou, ainda, coisa pior, jogue a culpa pelo seu mau uso nos outros ou no próprio Deus, dizendo: eu não pedi isso, não era isso que eu queria. 
 
Quanta gente diz que não pediu para nascer, não é mesmo? Mas pediu. Já esqueceu, mas pediu, desejou nascer, esforçou-se para nascer, buscou a vida e se alegrou muito no começo, depois, esqueceu e passou a agir como quem escolheu a morte. Todos nós temos uma conversa com Deus antes de nascer e teremos uma conversa com ele depois.
 
O Sucesso na vida depende muito pouco do que você recebe ao começá-la e muito mais do amor e fidelidade que você aplica ao pouco ou muito que recebeu, ou seja, depende muito mais do que você dá de si mesmo para o que a vida lhe deu, até como forma de gratidão, base na qual a vida lhe dará muito mais, tão mais que você mesmo se surpreenderá.
 
Não importa se você crê que pode ou se você crê que não pode, seja como for, você sempre será e terá o que crê, a saber, aquilo que você dedica seu amor e sua fidelidade. Os textos sagrados dos profetas e os consagrados dos cientistas estão repletos de citações que confirmam os Provérbios do Rei Salomão: “Se te mostrares fraco no dia da angústia, a tua fonte de força é pequena. Se tu deixares de livrar os que estão sendo levados para a morte, e aos que estão sendo levados para a matança; Se disseres: Eis que não o sabemos; porventura não o considerará aquele que pondera os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma? Não dará ele ao homem conforme a sua obra? Come mel, meu filho, porque é bom; o favo de mel é doce ao teu paladar. Assim será para a tua alma o conhecimento da sabedoria; se a achares, haverá galardão para ti e não será cortada a tua esperança.” (cap.24)
 
Mas, não confunda esperança com ilusão. A fé genuina é essencialmente racional em seu fundamento. Esperanças fundadas em “bezerros de ouro” são sempre ilusões e terminam sempre em desilusões.
(Jair Jatobá – 01/set/2008)
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“Dicas da dona de casa rebelde”

(DICAS DA DONA DE CASA REBELDE, Cultrix, 2007 (REBEL HOUSEWIFE RULES, Red Wheel/Weiser, 2004)

 

“Rir é o melhor remédio”, diz o dito popular, e, ”alegria é saúde”, confirmam os sapienciais bíblicos. Mas a alegria e o bom humor estão mais na galhardia do enfrentamento de situações críticas do que na galhofaria delas.

No seio da família não é diferente, mas a mamãe é a primeira a defrontar-se com os problemas do dia-a-dia no lar. Sem o suporte da mamãe toda a família se põe em polvorosa. Mas ser supermãe e dar conta de tudo ao mesmo tempo, sem estafa e sem estresse, é um sonho que está longe da realidade.           

“Dicas da dona de casa rebelde” remete aos “mitos” que mascaram a realidade da mulher – esposa-amante-amiga- mãe-profissional e surpreendem até mesmo as mulheres mais racionais, quanto mais as ingenuamente românticas. Pensar em dedicar-se a uma carreira profissional, trabalhar fora e dentro de casa, cuidando da família e, se possível, de si mesma, e pensar que é fácil fazer isto, pode endoidar qualquer uma ao se deparar com as bruscas, e até radicais, mudanças de planos, tempos e atividades, ao se deparar com aquelas “coisinhas” que ninguém disse antes, mas existem, e se disseram, não deram a devida ênfase ou quem ouviu, se ouviu, não deu a merecida importância.     
      
E, então, fica-se frente a frente com geladeiras deixadas abertas, doces no sofá, roupas espalhadas, chinelos sujos na sala, cabelo e pele oleados, não com bronzeador, mas com óleo de cozinha vaporizado pelo fogão, ao perfume de alho, cebola e outros temperos nada românticos, entre outras “coisinhas” do gênero.      
    
Anime-se:´´Dicas da dona de casa rebelde´ tem suas próprias receitas, como – “Orgulhe-se de suas realizações mais importantes a cada dia”; ”Viva, ame e ria um dia de cada vez”, entre outras “dicas rebeldes”, que, à primeira vista parecem não ser tão rebeldes quanto o prometido.      
    
Porém, se levarmos em conta que para seguir, por exemplo, apenas estas duas dicas, a mulher precisa romper as barreiras que a música popular brasileira costuma explorar, como: romper com sua formação de Amélia, aquela que achava bonito não ter o que comer; curar-se da síndrome de Gabriela, aquela que nasceu assim, cresceu assim, é mesmo assim e vai ser sempre assim, e da síndrome de Carolina, aquela dos olhos fundos que guardam a mágoa e a dor do mundo e que “o tempo passou na janela e só Carolina não viu”, portanto, mesmo que fosse só por isso, essas dicas são mesmo uma doce rebeldia e o convite da autora não pode ser recusado:

“Mulheres, irmãs — não importa se você é mais velha ou mais nova, a cor da sua pele, se você é casada, divorciada ou solteira — juntem-se a nós na rebelião! Nossos principais objetivos são livrar-nos da armadilha daquilo que pensávamos que a vida seria, ter direito a uma certa sanidade mental, gozar mais a vida como ela realmente é… É disso que trata este livro”.

Jair Jatobá – 08/ago/2008 – in: http://www.leialivro.sp.gov.br e http://pt.shvoong.com/books/1718118-dicas-da-dona-casa-rebelde/

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  O Tempo:
Tic, tac, tic, tac, levei mais um
Tic, tac, tic, tac, levei mais um
Tic, tac, tic, tac, levei mais
Tic, tac, tic, tac, levei
Tic, tac, tic, tac
Tic, tac, tic
Tic, tac
Tic
Ti
T                                                 
.
.
.
.

Não há mais nada aqui
Não adianta procurar.
Aqui só há o vazio
Ausência de vida
Pobreza de tudo
Morte
Nada
Quem não seguiu com o tempo
E não voou com o vento
Para se vivificar
Só deixou o tempo passar
Nada
Morte
Pobreza de tudo
Ausência de vida
Aqui só há o vazio
Não adianta procurar.
Não há mais nada aqui
.
.(Jair Jatobá)
.
.                                                 ”Sou o tempo, que passa, que passa,
.                                                 Sem princípio, sem fim, sem medida.
.                                                 Vou levando a ventura e a desgraça,
.                                                 Vou levando as vaidades da vida.
.
                                                  E a correr de segundo em segundo
.                                                 Vou formando os minutos que correm
.                                                 Formo as horas que passam no mundo
.                                                 Formo os anos que nascem e morrem”
.                                                        (Ainda não encontrei o nome do autor)
.
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A Cura do Câncer: finalmente!?

7 12 2008

A cura do câncer: finalmente ! ?

 

Se o exposto no video do Dr.Simoncini (link abaixo) se comprovar estamos diante da queda de mais uma “chutência” e, finalmente, a ciência verdadeira comprova, mais uma vez, que a forma correta de ver e interpretar os fatos, sem as distorções e embaraços causados pela visão deturpada pela ganância por lucros fáceis, é o caminho certo e a cura do câncer está na cozinha de toda casa.

 

 

Sitio principal com videos e links para vários idiomas:

www.curenaturalicancro.com

    

 

cancerfungus.com – o portal internacional do
Dr. Simoncini e sua terapia revolucionária de
 tratar o cancer com o bicarbonato de sodium

For donators and future donators

Simoncini terapia do cancer – Eu próprio tive excelentes
resultados com a aplicação de bicarbonato de sódio em
contacto directo com o fungo

 

english website of Dr. Simoncini
www.curenaturalicancro.com
the book “cancer is a fungus”
www.cancerisafungus.com
video items
www.curenaturalicancro.org
italian website of Dr. Simoncini
www.curenaturalicancro.org

Neste da entrevista Dr. Simoncini explica a terapia respondendo
a perguntas e mostrando o video de diversos pacientes tratados.


Interview Doug Kaufmann
Interview Dr. Apsley
Emails to Dr. Simoncini


Doctors Symposium Convention
Science orthodox treatments
Health effects of fungi

 

 

Related to Dr. Simoncini

Cancer is a fungus
   about the book of Dr. Simoncini
cancerfungus.com
   International portal of Dr. Simoncini
curenaturalicancro.com/fr
   French version of this website (bèta)
Interview with Dr. Simoncini by Emma Holister
   source: Candida International
Townsend Newletter
   source: Townsend Letter (Examiner of Alternative Medicine, publishes about alternative medicine)
article about the sodium bicarbonate therapy
   source: doctor-cancer.com
Interview with Dr. Simoncini by Doug Kaufmann (author of Know the Cause)
   source: knowthecause.com | to forward this video: click here
Breast Cancer Conquered Without Toxic Drugs
   source: usanews.net
EPR Healthcare   source: EPR Healthcare

 


 

Related to cancer and/or fungi

THE WORLD OF THE FUNGI | fungus link portal of this website

The relation between viruses bacteria and fungi | source: center4cancer.com
Is the Cause of Cancer a Common Fungus? | source: Nexus Magazine
the relation between virusses, bacteria and fungi | source: center4cancer.com
Chemo drugs destroy brain cells | source: BBC UK
Is cancer a fungus? | source: AssociatedContent.com
Bill Henderson’s newsletter about Dr. Simoncini’s therapy | source: Beating-cancer-gently.com
International Medical Veritas Association | source: IMVA
National Candida Society | source: CandidaUK
Doug Kaufmann’s “Know the cause” | source: knowthecause.com
Breastcancer2008 | source: PR.com
Immunogenic Research Foundation | source: IMREF
Winning the war on cancer | source: curesnaturallywholesale.com
Ask Dr. John Wingard what he thinks when he hears the word fungus | source: sun-sentinel.com
On-line reference to all things mycological | source: doctorfungus.com
Dimorphic fungi | source: pathmicro.com
How the Cancer Industry Suppresses The Truth | source: cancertutor.com
dynamic connection between fungi and cancer by Phillip Day | source: campaignfortruth.com
The Role Of Fungus In Cancer | source: knowthecause.com
Sodium Bicarbonate Infusion Found to Reduce Risk of Contrast-Induced Nephropathy | source: urotoday.com
Mycotoxins by Charles P. Woloshuk | source: Purdue University
BillC51 – about the future of natural health products and your rights and freedoms | source: google.video
Selective decontamination of the digestive tract as antifungal prophylaxis | source: ccforum.com
Scientists at UC Santa Barbara about cancer and fungus | source: ia.ucsb.edu
Is there a cure? | source: isthereacure.info
ISHAM | source: isham.org
RTRI | source: Radiowave Therapy Research Institute Autralia
video’s about cancer and cancertherapy | source: cancertherapy.tv

 

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