Lições 71-80

71.       Evite confundir, ou até inverter, os determinantes mentais, conceitos, crenças, valores e paradigmas. Não confunda entre espiritualidade e religiosidade, amor e dependência, justiça e vingança, perdão e conivência, entre outros, Se for preciso faça análise entusiástica dos determinantes mentais (veja em links).

72.       Dinheiro não é tudo para o vivedor: é no máximo 90%. Mas para o morredor nem 100% o faz ficar de bem com a Vida.

73.       O vivedor sempre restitui à Vida o dízimo de tudo que recebe da Vida e, por isso, sempre deixa este mundo um pouco melhor do que o encontrou.

74.       Quem pensa que dízimo é só dinheiro ou que dinheiro é só papel ou metal, viverá pelo papel e metal e terá família, filhos, amigos e vida só no papel ou no vil metal.

75.       Dinheiro de verdade é mais que apenas moeda corrente, é tudo aquilo que dá sustento à saúde física, intelectual e espiritual, isto é, ao ser humano integral.

76.       A Vida só entrará em alguém total e eficazmente quando a última célula onde se cultive alguma pretensão e algum orgulho que motivem auto-adoração sairem e derem lugar à Glória da Criação, adoração que a Vida não permite seja de mais ninguém.

77.       Amar não é fazer alguma coisa por alguém, é fazer todas as coisas com esse alguém.

78.       Amar não é morar com alguém numa casa, é morar com alguém no coração.

79.       Vidas passadas é chutência. A ciência evidencia a memória genética da vida dos nossos antepassados e não de “encarnações” passadas da própria pessoa.

80.   Uma providência urgente para qualquer pessoa que escolhe ser um vivedor e não um morredor é fazer um exame de seus determinantes mentais, isto é, de seus princípios pessoais, crenças, valores e paradigmas e, se for preciso, fazer a terapia dos desejos e do entusiasmo com algum analista de semântica pessoal e teomatricial. Isso pode evitar as complicações das pessoas que confundem, por exemplos, entre ser e ter ou ser e estar, entre amor e dependência, sexo e atratividade, perdão e conivência, justiça e vingança, castigo e punição, espiritualidade e religiosidade, fé (fidelidade) e superstição (medo), desejo e ideal, entre outras muitas confusões, e até inversões, do entendimento, que são comuns nas pessoas que têm problemas de direcionamento e tomada de decisões na vida, tendência a culpas e doenças, medos, timidez, submissão indevida, carência de auto-estima e auto-respeito, dificuldade em impor-se como individuo de vontade própria, etc. Vale lembrar os versos do poeta, sobre os desejos:

“Homem que tens no peito um coração sedento
De lutas e vitórias, de vícios e vaidades
Que és dos teus desejos o teu próprio tormento
E fugindo da Luz buscas a Verdade”

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