A IGREJA CERTA

lord

Igreja de quem?

O que expomos aqui vale para a Igreja como um corpo constituido pela união de pessoas com o propósito e o compromisso de fidelidade (fé) aos ensinos e práticas de vida que nos foram transmitidos pelos mártires desde o início do estabelecimento do relacionamento de Deus com a humanidade e, finalmente, confirmados pelo próprio Deus encarnado na forma humana por meio do seu Ungido e dos mártires que o seguiram e seguem até hoje, adorando a um único, eterno e verdadeiro Deus Vivo, com os Vivos, pelos Vivos e para os Vivos, pois que não é Deus morto nem Deus de mortos.

Portanto, não estamos fazendo apologia a qualquer denominação religiosa, muito menos discriminação a qualquer uma. Não repetimos algum discurso para justificar, defender ou louvar a alguém ou a alguma instituição humana política, econômica ou religiosa., muito menos para desqualificar ou acusar a qualquer desses, pois sabemos que a verdadeira igreja é qualquer grupo de pessoas, a partir de duas ou três, que se reune voluntariamente, sem ser obrigado pelo Estado nem pela tradições e modismos locais, e, consequentemente, se reune informalmente, ou seja, com seu senso de ética e estética preservados na decência e ordem originais de sua crença (amor), fidelidade (fé) e esperança (objetividade), portanto, livre de cabrestos e rédeas ditados pelo ritualismo, cerimonialismo, formalismo e legalismos que desvirtuem ou instrumentalizem politica e economicamente os princípios e fins da Igreja.

Sabemos o valor social de cada instituição religiosa, seja ela do credo ou denominação que for, e jamais seremos contra qualquer uma que esteja cumprindo o papel de, a seu modo, manter a paz social. Preferimos que em cada esquina se abra uma igreja, mesmo que seja uma das empresariadas e comerciais, qualquer que seja, ensinando o povo a cantar, louvar, defender os bons costumes, a família, os estudos, o progresso etc., do que ver em cada esquina ser aberto um estabelecimento que facilita e incentiva o alcoolismo, as drogas, a ociosidade fútil, o jogo, o desrespeito ao corpo, à sensualidade, às finanças, ao tempo, ao espaço, aos bons costumes etc.

Este artigo visa a esclarecer e fortalecer a mentalidade da pessoa quanto à naturalidade, necessidade e importância de planejar e administrar racionalmente e dominar o instinto da religiosidade, que é inerente, nato, no ser humano, para que possa tirar o melhor proveito disso e firmar-se em um grupo de pessoas que também levem a sério as virtudes (poderes) da crença, fé e esperança em suas vidas e na vida de suas famílias, e possam criar e multiplicar nesse grupo, estando na igreja que estiverem, aquele espírito de união que os torna fortes o suficiente para passar pelas contingências da vida e, principalmente, pela era de violência extrema, que já começou, durante a qual somente as famílias que estiverem ligadas a uma igreja fiel às origens e fins estabelecidos pelo Deus Vivo passarão a salvo de maiores sustos e prejuízos, embora não sem perseguições e aflições, mas estas serão facilmente suportáveis porque serão por causa da fé e não por causa do mal que tirará os bens e a vida de muitos, como resultado do despertamento, pelas midia/mediuns, do sado-masoquismo, desmentalização e insensibilidade, que já estão instalados e crescendo mais no povo, e resultarão na explosão de violências e guerras, urbanas e internacionais, caristia, fome, e pestes que se multiplicarão no mundo..  .

 

Estávamos mortos, mas ele chegou…

Como mortos entenda-se as pessoas que vivem ou viveram pelas virtudes das leis bio-quimio-fisiológicas que regem a agregaçao, ação e desagregação cíclicas da matéria constituída do pó (átomos, eletrons etc) da galaxia que possibilitou a humanidade. Embora essas pessoas, enquanto no corpo, sejam passíveis da ação do

Espírito da Vida ou Fôlego da Vida, elas não têm esse Espírito em si mesmas e, uma vez morrendo o corpo, nada delas resta que possa reagir ao mando do Espírito de Deus para serem ressuscitadas e receberem um corpo glorificado, ou seja, um corpo livre dos limites atuais de tempo, espaço e matéria.

Não nos compete nem temos conhecimento suficiente para discorrer sobre igrejas de outras religiões

(continua)… em reformulação…

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