CV DA FAMÍLIA

Existe a Igreja Certa?
O que é Igreja?
Para que serve a Igreja?
O que é Religiosidade?
O que é Espiritualidade?
Consciente ou não, toda pessoa tem um Deus ou deuses e deusas?
Consciente ou não, toda pessoa tem uma igreja?

RECOMENDAÇÃO: 
Se na prática a teoria é outra, o texto não merece estar aqui: denuncie.
Nos esforçamos para escrever apenas o simples, direto e prático. Evitamos floreios, rodeios, bla-bla-blás, achismos, chutências e tudo que na prática não funciona ou é “remédio” que faz mais mal do que o mal que promete curar.
Em alguns casos, devido ao estilo de escrita, que recorre com frequência ao raciocínio lógico ou dialético, e encadeia sentenças que se complementam ou se explicam, somos obrigados a construir parágrafos mais longos. Nestes casos, pedmos aos não acostumados a esse tipo de leitura que, para facilitar a compreensão e retenção dos textos, atentem e respeitem ao máximo as pontuações, principalmente as vírgulas, dando-lhes as devidas pausas e entonações respectivas.
Também não se acanhem em usar um dicionário para elucidar palavras desconhecidas, pois o vocabulário é a principal ferramenta para ter um cérebro hábil e nem sempre conseguimos palavras mais populares para expressar alguns pensamentos.
TRES NOTAS IMPORTANTES:
1-   Falemos de Igreja Certa, não de religião certa, pois religião certa só existe uma: a que faz religação entre pessoas, famílias, povos e nações por meio daquela Paz completa, que engloba união, sucesso e felicidade perenes a todos e não só aos que vivem do trabalho religioso.  
2-   Falemos de Igreja Certa, não de igreja perfeita, pois igreja perfeita não existe nesta terra e tempo; só existe no tempo do novos céus e nova terra.
3-   Falemos de vivente (crente) certo, não de crente perfeito, pois enquanto no corpo natural deste tempo e espaço todos estamos sujeitos às mesmas paixões e limitações, até para podermos aprender a ciência, tecnologia e arte do Amor(crença) e da fidelidade(fé) que exercitam poderes (virtudes) para justiça, misericórdia e perdão, entre outras virtudes.
SABEDORIA PARA A IGREJA CERTA.
 
1- A Igreja Certa é o único dentre os círculos vitais de relacionamentos humanos que acompanha uma pessoa desde bem antes de sua entrada no tempo, espaço e matéria dos mortais até muito depois de sua saída dele.
2- Pai, mãe, irmãos, cônjuge, filhos e amigos podem algum dia nos deixar ou algum dia nós os deixaremos, ou por morte afetiva ou por morte física, mas a Igreja Certa nunca abandona seus membros.
3- A Igreja Certa é sempre uma pessoa física, um corpo vivente constituído da união (não só reunião-ajuntamento) de duas ou mais pessoas em unidade de espírito com a divindade real e em igualdade de direitos e deveres no Amor (filiação-ligação-crença-interação) e na fidelidade (fé,mordomia) dessa divindade real. Pode ou não, conforme as leis locais, tornar-se uma pessoa jurídica (empresa ou associação fiscalizada pelo governo local) se, e somente se, sua condição primordial de pessoa física não seja desfigurada e sua fidelidade não seja dividida.
4- A Igreja Certa revela, desperta e reforça o espírito de ciência, sabedoria, discernimento, ousadia, coragem, enfrentamento e vitória em todos os afazeres da vida particular da pessoa  e da totalidade da Igreja.
5- Deus é Deus do luxo, não do lixo, mas do luxo sem desperdício, sem vã ostentação, que é de todos e para todos, como os sóis, as estrelas, as luas, as águas, os ventos, as plantas…, e que os bons usam como meios para mais e melhor vida, e os maus usam como meios para mais e pior morte.
6- Há vigaristas e teologastros que se aproveitam de um povo que, por um lado é inculto, mas, por outro lado, também pela ignorância forçada por governos corruptos, é preguiçoso para ler, estudar e fazer o que é certo e proveitoso, mas, sedentos por bens e confortos se encantam com os que ostentam poder e riqueza, como as mariposas se encantam com as luzes acesas, e aceitam passivamente uma religiosidade que implanta uma espiritualidade de mendicantes, pedintes, encolhidos, conformados, acovardados, como se isso fosse humildade, esperança e bondade.
7- Sabendo ou não, querendo ou não, gostando ou não, crendo ou não, consciente ou inconscientemente, intuitiva ou racionalmente, instintiva ou controladamente, toda pessoa tem um Deus ou tem deuses e deusas.
8- Quem é Deus ou o que ou quem são deuses e deusas para uma pessoa é quem ou o que dá razão e força para essa pessoa viver; é quem ou o que a pessoa prefere sofrer e morrer do que vê-los sofrendo e morrendo, e realmente sofre e morre quando são retirados de sua vida.
9- Quem diz não ter Deus nem deuses e deusas faz de si mesmo seu único deus, seu principal amor e seu mais importante negócio. Assim, pode, pelo menos, viver este tempo, mas semelhante a algum morredor, não a um vivedor; talvez até bem de vida, mas nunca de bem com a Vida.
 10– Sabendo ou não, querendo ou não, gostando ou não, crendo ou não, consciente ou inconscientemente, intuitiva ou racionalmente, instintiva ou controladamente, toda pessoa tem uma religião. Quem nega faz do próprio negar e negar-se sua própria forma de vida e religação (religião), refúgio e esconderijo.
11- … em reformulação…

 

            Por presumir representar ou representar realmente alguma ordem divina, a igreja fiel à salvação e conservação do direito do indivíduo a ter no universo um espaço, um tempo, um corpo e um espírito exclusivamente seus, juntamente com todos os respectivos bens vitais (saberes, poderes, virtudes e forças), direito esse que também chamamos de almapessoa e da família é a instituição que mais influi no desenvolvimento rápido e eficaz da personalidade e do caráter do indivíduo e, consequentemente, da sociedade como um todo.
Ela é também a única instituição que, por evocar poderes divinos, pode trabalhar bem com as duas forças (virtudes, dons) mais poderosas para a realização do sucesso e da felicidade das pessoas: o amor e a fidelidade (fé).
O amor é a única virtude capaz de superar até mesmo a morte, pelo poder que tem de prontificar a pessoa ao entusiasmo e a agir com espírito divino; pelo poder de somar-se para compensar defeitos e perdoar (doar-se apesar de…) erros, e pelo poder de dividir para multiplicar qualidades.
            A fidelidade (fé) é a única virtude capaz de trazer o inexistente à existência  e de realizar o que sem ela seria impossível, porque retem o espírito de divindade (entusiasmo, amor) e traz com ela outras virtudes como a esperança, a alegria, a perseverança, a constância etc.
Também, a igreja é a única família que, por ser espiritual, nos habilita a combater eficazmente a solidão, pois um dia nossos pais poderão nos deixar ou nós a eles, um dia nossos filhos poderão nos deixar ou nós a eles, mas a igreja permanece para sempre em nós e nós nela, se for a certa.
           Isto faz da igreja certa o principal dos sete círculos de relacionamentos vitais, conforme a metodologia da teomatriciologia, por ser o único círculo que abrange nossos antepassados, nossa inteira existência e nossos descendentes.
Só o exposto acima já seria motivo bastante para dedicarmos este espaço especial ao assunto. Porém, há muitos outros motivos e razões pelos quais uma pessoa deve atentar com diligência e inteligência para os conhecimentos que levam a identificar e vivenciar uma igreja certa.
Os conceitos que resumimos aqui valem para as igrejas do Cristianismo do Cristo verdadeiro. As igrejas do cristianismo do mundo, cada uma delas tem seus prórios mestres, padres, pastores, bispos, apóstolos ou guias, seja qual for o nome que cada uma dá aos seus líderes, e só usam esses nomes para poder encobrir o nome que deveriam usar mas não usam, até porque não poderiam provar e sustentar, que é o homônimo Cristo. Na prática usam o significado traduzido da palavra Cristo, que é “O Ungido de Deus”. Já vi muitos sendo chamados de “Ungidos de Deus”, às vezes por ignorância do significado, outras vezes por arrogância e ostentação, mas sempre para intimidação e dominação dos seguidores.
Já apareceram muitos que usam indevida ou equivocadamente o título de profeta e até de apóstolo nesse cristianismo do mundo, e não será de espantar que logo a teomania e megalomania desses os encoragem a quebrar a última barreira de vergonha ou medo e comecem a integrar o título de Cristo a seus próprios nomes  e a usá-los publicamente, já que seus seguidores estarão com as mentes tão viciadas e dominadas que irão aplaudir, apoiar, sustentar e defender com as próprias economias, armas e até as próprias vidas, cegamente, apaixonadamente, fanaticamente, como já fizeram antes, como ainda fazem às ocultas e como fazem os de outras religiões, nas “guerras santas”, nas inquisições, nas manipulações políticas e mercadológicas ou na discriminação de pessoas e desunião de povos e nações, tanto que, se não fosse Deus escrever certo por linhas tortas, a humanidade já teria se autodestruido, como bem o pode demonstrar logicamente qualquer bom cientista de sociologia associado a outros bons pesquisadores das causas e efeitos da demência social e das epidemias mundiais.
Dominar a mente humana e manipular as populações sempre foi o sonho maior dos viciados em fama, poder ou riquezas, dos que amam essas coisas acima de qualquer outra e, enlouquecidos, dão a própria alma em troca delas.
A religiosidade do povo sempre foi alvo de teomaníacos e megalomaníacos por ser o meio mais rápido e eficaz para controlar e explorar mentes, corpos e almas e atingirem seus objetivos dolosos de fama, poder e riquezas.
Isso porque toda religião traz com ela a aura da divindade ou divindades que adora e, portanto, tem garantia quase total de aceitação sem resistência pelas populações sedentas de alguma crença e pelos famintos por alguma vantagem pessoal.   
 
            Concluindo esta introdução convem ressaltar que ninguem deve ser contra a existência e multiplicação de igrejas erradas, sejam elas de que religião forem, exceto quando se tornam covis de ladrões e ferramentas para lavagem do dinheiro de traficantes, sonegadores ou escravagistas de mentes, corpos e almas. A simples existência de doutrinas divergentes não deve dar ensejo a combater essas igrejas porque, sem elas, o vácuo deixado é rapidamente ocupado por associações e empresas, que chamariamos melhor de gangues, quadrilhas e arapucas, que se aproveitam do ócio das pessoas que não querem a igreja certa mas precisam de entretenimento, diversão, sentimento de pertencer a alguma sociedade etc..
Mesmo uma igreja errada, em cada vila, é capaz de evitar que em cada esquina se abra um comércio que incentiva e explora drogas, jogatinas, bebedeiras, bacanais, comilança, prostituição, adultério, violência, enfim, tudo que contribui para a desunião, desagregação, descapitalização e dessocialização de famílias inteiras.
Mas, onde chega uma igreja certa, chega também a mão que espanta para longe os gafanhotos da sociedade e traz  a sua chuva e o seu sol sobre bons e maus. Assim, com ela chegam também escolas, fábricas, hospitais etc. e aparecem os bons professores, bons médicos, bons empresários, bons trabalhadores, bons soldados, bons maridos, boas esposas, bons pais e os bons filhos. No fim dessa corrente está a boa nação e a boa Terra.
 
 
 

 

 

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